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Documento atualizado a 08 de junho de 2026

Garantias democráticas

A privacidade no centro da arquitetura — não em anexo.

Estamos conscientes do contexto angolano recente:

  • Caso Predator: análise forense (Amnistia Internacional, fev. 2026) confirma que o jornalista Teixeira Cândido foi infetado em maio de 2024 por spyware — primeiro caso documentado em Angola.
  • Lei sobre as ONG: aprovada a 22 jan. 2026 (106-77-2) e promulgada a 19 fev. 2026 — criticada por HRW e Friends of Angola.
  • Projeto de Lei sobre a desinformação online (aprovado na generalidade, 22 jan. 2026).
  • Pareceres críticos da Ordem dos Advogados de Angola (jan. 2026) sobre os projetos de lei da cibersegurança e da desinformação.

Neste contexto, toda proposta de identidade digital é legitimamente escrutinada. O IDNA responde com 7 mecanismos de proteção integrados desde a conceção. Clique para ver o detalhe técnico.

« Um quadro claro, juridicamente definido e tecnicamente rastreável é mais protetor do que uma situação de facto sem quadro claro. O IDNA propõe esse quadro, e coloca as garantias no próprio centro da arquitetura. »

Concertação com a sociedade civil

Uma concertação reforçaria a legitimidade do projeto. Organismos a associar: